Jovem de 20 anos de idade, mata sua melhor amiga por inveja
JOVEM MATA A SUA MELHOR AMIGA COM TALA POR INVEJA DELA TER BOA VIDA
De acordo com a Isabel Fragoso, uma vendedeira do mercado dos Kwanzas, conta que o katchilinguitchimue, nome de um medicamento na língua Umbundu que, traduzido para o português, significa ‘não faz nada’, é o segundo mais buscado, inclusive por supostos marimbondos com processos na PGR, que procuram formas de serem ilibados dos crimes de que são acusados. “Não é só pobre que procura a tala ou o ‘não faz nada’, até os poderosos procuram os nossos serviços, uns vão mais longe, entrando em casas obscuras (entenda-se, quimbandeiros)”.
A interlocutora que falava ao JORNAL O CRIME, aproveitou a ocasião para contar a história de uma jovem bonita, de aparentemente 20 anos, que comprou a tala, no ano passado, para matar a sua melhor amiga. “Ela chegou até mim, explicou os motivos e eu simplesmente obedeci, dando as instruções e mostrando o melhor produto possível”.
Segundo Isabel, a jovem tinha inveja da sua amiga que trabalhava, tinha carro, todos os homens a seguiam e estava com o homem que ela desejava, tornando este último o motivo que mais a irritava. “Ela não queria matar a amiga, mas sim deixá-la fora de cena, paralisada, acamada…”, referiu.
Assim, comprou uma tala de AKZ 1000, para colocar nas cuecas da amiga. Depois de algum tempo, os efeitos começaram a surgir, a amiga queixa-se de fortes dores na vagina, não conseguia relacionar-se sexualmente e o namorado, sem entender, resolveu terminar a relação, preferindo justamente a amiga da ex-namorada.
Com a situação a agravar-se, os médicos não encontravam explicações para as feridas que aquela tinha na vagina, os órgãos exteriores como o clitóris os pequenos lábios começaram a apodrecer…vendo o estado deplorador da amiga, a jovem regressou onde comprou a tala com o objectivo de reverter o quadro.
“Quando ela chegou aqui, toda aflita, contou-me a situação, mas vi que já não era possível fazer nada, porque a sua amiga já estava prestes a morrer. Com peso na consciência, depois de ouvir tudo o que Isabel dissera, escreveu uma carta e cometeu suicídio. A carta foi encontrada, mas já era tarde, pois ambas já haviam morrido”, contou..
A notícia dessas mortes chegou até si por intermédio de um amigo, vizinho de uma das jovens. Histórias como essas são comuns nos mercados onde se comercializam medicamentos tradicionais.

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